Entre nós vivem pessoas relativamente às quais a Comunidade nutre profunda estima e admiração, pelas mais diversas e respeitáveis razões: o seu desempenho ou êxito profissional, o seu exemplo de vida, a sua participação cívica ou aquilo que criam, que é o caso da Senhora que é objecto do presente post.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Arte Conventual - O falar das mãos de Guilhermina Maldonado
Entre nós vivem pessoas relativamente às quais a Comunidade nutre profunda estima e admiração, pelas mais diversas e respeitáveis razões: o seu desempenho ou êxito profissional, o seu exemplo de vida, a sua participação cívica ou aquilo que criam, que é o caso da Senhora que é objecto do presente post.
sábado, 17 de janeiro de 2026
Crispim Serrano, Presente!
Sem querer chover no molhado
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Alberto de Souza e Estremoz
Alberto de Souza realizou toda a sua obra
de olhos voltados para Portugal
– sem os desviar um momento da terra que lhe foi berço."
JÚLIO DANTAS
(in Prefácio do livro de Alberto de Souza
“50 Anos de Vida Artística”)

domingo, 28 de dezembro de 2025
PEDRO VAZ PEREIRA / Vou-me Embora Vou Partir
domingo, 1 de junho de 2025
Estremocense, Mestre do Neo-Realismo, em terras de Vila Franca
Ontem, dia 31 de Maio, estive presente, por iniciativa própria, no acto
inaugural da exposição “Fazer crescer a vida - Rogério Ribeiro e o Neo-Realismo”.
Com curadoria de David Santos, a exposição ocupa os pisos 1 e 2 do
Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira, mostrando cerca de duzentas e
cinquenta obras de pintura, desenho, gravura e cerâmica de Rogério Ribeiro, um
dos maiores protagonistas do neo-realismo visual português.
Rogério Ribeiro (1930-2008) é natural de Estremoz, onde nasceu em 1930. Tive o
privilégio de o entrevistar em 1981 para o jornal Brados do Alentejo. Aí se falou de neo-realismo. Num
enquadramento da presente exposição está patente um painel que destaca um excerto dessa
entrevista.
O Município de Estremoz galardoou o artista em 2006 com a Medalha de
Mérito Municipal - Grau Ouro e desde 2013 que a toponímia estremocense assinala
a existência da rua “Mestre Rogério Ribeiro”.
A exposição “Fazer crescer a vida -. Rogério Ribeiro e o Neo-Realismo”,
integra duas obras cedidas para o efeito pelo Museu Municipal de Estremoz e
pertencentes ao seu acervo. São elas: - Estudo, 1952. Aguarela sobre papel, 30
x 43 cm; - Mondadeiras, 1952. Tinta-da-China e gouache sobre papel, 35 x 45 cm.
De Estremoz, presentes ao acto inaugural e por iniciativa própria, estive
eu e duas pessoas que me acompanharam. Convenhamos que sabe a pouco.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2024
7º Aniversário dos Bonecos de Estremoz enquanto Património Unesco
No sábado, dia 7 de dezembro de 2024, comemora-se o 7.º
aniversário da Inscrição da Produção de Figurado em Barro de Estremoz, na Lista
Representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.
Para celebrar a data, o Município de Estremoz organizou as
seguintes atividades:
SALÃO NOBRE DA CÂMARA MUNICIPAL DE ESTREMOZ
- 𝟏𝟖:𝟎𝟎 𝐡𝐨𝐫𝐚𝐬 -
Discursos Institucionais;
- 𝟏𝟖:𝟐𝟎 𝐡𝐨𝐫𝐚𝐬 -
Entrega de Certificações aos barristas recentemente reconhecidos;
- 𝟏𝟖:𝟑𝟎 𝐡𝐨𝐫𝐚𝐬 -
Concerto celebrativo da Inscrição da Lista Representativa UNESCO, pelo Vox
Aurea Ensemble.
CENTRO INTERPRETATIVO DO BONECO DE ESTREMOZ
- 𝟏𝟗:𝟒𝟓 𝐡𝐨𝐫𝐚𝐬 -
Inauguração da renovação da sala de exposições dos Barristas.
Venha celebrar connosco!
Entrada gratuita.
quarta-feira, 14 de agosto de 2024
Aonde se fala da minha visita à Exposição de Pintura de João Moura Reis no Howard's Folly, em Estremoz
Foi ousadia minha. Quis dar um passo maior que a perna e saiu asneira.
Pretendia pintar uma rosácea hexapétala. de forte simbolismo na arte pastoril alentejana. Saiu-me uma espécie de roda de um carro de tracção animal, com falta de raios.
Não sou dado a atitudes de auto-justificação em casos de inêxito, mas sempre digo:
- O que conta é a intenção!
Isso mesmo disse ao João - um amigo de longa data - no Livro de Honra, onde o parabenizei pela sua Exposição com a simultaneidade de um grande abraço.
terça-feira, 6 de agosto de 2024
Artesãos e Feiras de Artesanato
Desde a sua génese, que as feiras
de artesanato visam a preservação e a promoção das artes tradicionais, enquanto reflexos
identitários e fontes de riqueza das comunidades.
São elementos fundamentais das
feiras de artesanato, os feirantes, designação bi-valente, aplicável tanto
a artesãos produtores como a público comprador.
Poderá haver feiras de
artesanato com mais ou menos público. Porém uma coisa é certa, não faz sentido
haver feiras de artesanato sem a presença de artesãos, os quais trabalhando ao
vivo mostram o seu saber fazer, comercializam a sua produção e dão a cara
no contacto com os clientes, promovendo a sua arte e com ela a comunidade onde
se inserem.
Foi assim que participaram em feiras
por aqui e por ali, José Moreira, Liberdade da Conceição, Irmãs Flores, Maria Luísa
da Conceição e Célia Freitas, nomes incontornáveis de barristas de Estremoz,
que não podem deixar de ser referidos e destacados como exemplo.
Apesar de tudo, a vida é como
o planeta Terra, dá muita volta, pelo que fruto das circunstâncias e pela indisponibilidade
de alguns artesãos estarem presentes nas feiras com stand próprio, a promoção
do artesanato de algumas regiões passou a ser feita por entidades vocacionadas
para o marketing de produtos de várias tipologias, entre elas o artesanato. É o
que tem sido feito pelo Turismo Municipal de vários municípios, por Entidades Regionais
de Turismo e por outras entidades. Qualquer delas tem objectivos mais vastos e
agenda própria, os quais ultrapassam largamente os objectivos específicos e os
interesses próprios dos artesãos.
Estremoz não foge à regra e
por isso o mesmo já aconteceu com representações de Estremoz em feiras de artesanato. Todavia, parece que houve artesãos de Estremoz que resolveram arrepiar caminho. Daí
que a participação dos artesãos estremocenses na Feira
de Artesanato de Vila do Conde do presente ano, tenha sido a maior de
sempre, com os artesãos distribuídos por 5 stands: Bonecos de Estremoz (3),
Olaria (1) e Artesanato em Pele (1).
Aí estiveram presentes os
barristas Carlos Alberto Alves, Inocência Lopes, Maria Isabel Catarrilhas Pires
e Sara Sapateiro, a ADOE - Associação Dinamizadora da Olaria de
Estremoz e a artesã Clara Cunha da empresa artesanal Maria da Conceição Cunha –
Artesanato em pele.
Fizeram-no na condição de artesãos
independentes, que se inscreveram por sua própria iniciativa e se deslocaram
pelos seus próprios meios. Trata-se de uma postura que traduz uma atitude de
independência que aqui sublinho e aplaudo. De igual modo, sublinho e aplaudo a
presença do Presidente do Município de Estremoz, José Daniel Sadio, na Feira de
Artesanato de Vila do Conde no passado dia 30 de Julho, onde foi recebido pelo
Dr. Saraiva Dias, Presidente da Associação para a Defesa do Artesanato e
Património de Vila do Conde (ADAPVC). Na sua visita, o autarca felicitou os
artesãos presentes pelo trabalho de promoção e divulgação do artesanato de
Estremoz, o que não deixa de ser significativo.







































