Publicado inicialmente em 16 de Dezembro de 2016
sábado, 24 de janeiro de 2026
Sua Excelência, a cunha
Publicado inicialmente em 16 de Dezembro de 2016
domingo, 11 de janeiro de 2026
Provérbios de Janeiro
- A água de Janeiro traz azeite ao olival, vinho ao lagar e palha ao palheiro.
- A água de Janeiro vale dinheiro.
- Água de Janeiro, todo o ano tem concerto,
- Até Janeiro qualquer burro passa o regueiro, mas daí para a frente, tem que ser forte e valente.
- Bons dias em Janeiro pagam-se em Fevereiro.
- Bons dias em Janeiro, enganam o homem em Fevereiro.
- Canta o melro em Janeiro, temos neve até ao rolheiro.
- Cebola ramuda, com neves em Janeiro, anuncia dinheiro.
- Chuva de Janeiro, cada gota vale dinheiro.
- Chuva em Janeiro e não frio, riqueza no Estio.
- De flor de Janeiro ninguém enche o celeiro.
- Em Janeiro deixa a fonte e vai ao ribeiro.
- Em Janeiro deixa o rábano ao rabaneiro.
- Em Janeiro faz a cama em palheiro.
- Em Janeiro todo o burro é sendeiro.
- Em Janeiro meia o celeiro; se o vires meado, come regrado.
- Em Janeiro não metas obreiro.
- Em Janeiro neve e frio, é de esperar ardor no estio.
- Em Janeiro pasta a lebre no lameiro e o coelho à beira do regueiro.
- Em Janeiro põe-te no outeiro e se vires verdear, põe-te a chorar, e se vires terrear, põe-te a cantar.
- Em Janeiro seca a ovelha suas madeiras no fumeiro e em Março no prado e em Abril as vai urdir.
- Em Janeiro semeiam-se muitas abóboras.
- Em Janeiro sobe ao outeiro e se vires verdejar, põe-te a chorar e se vires torrear, põe-te a cantar.
- Em Janeiro sobe ao outeiro: se vires verdegar, põe-te a chorar; se vires terregar, põe-te a dançar.
- Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires terrear, põe-te a cantar; se vires verdejar, põe-te a chorar.
- Em Janeiro todo o cavalo é sendeiro.
- Em Janeiro, busca parceiro.
- Em Janeiro, cada ovelha com seu cordeiro.
- Em Janeiro, mete obreiro, mês meante que não ante. Em Janeiro, nem galgo lebreiro, nem açor perdigueiro.
- Em Janeiro, o boi e o leitão engordarão.
- Em Janeiro, sete capelos e um sombreiro.
- Em Janeiro, sete casacos e um sombreiro.
- Em Janeiro, sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a chorar; se vires tarrejar, põe-te a cantar.
- Em Janeiro, um porco ao sol, outro ao fumeiro.
- Em Janeiro, um porco morto, outro no fumeiro.
- Em Janeiro, um salto de carneiro.
- Em mês de Janeiro Verão, nem palha nem pão.
- Em metade de Janeiro mete obreiro.
- Em minguante de Janeiro, corta o madeiro.
- Em São Vicente (22/1) de Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a chorar; se vires terrear, põe-te a cantar; se vires luzir, põe-te a sorrir.
- Fermento de Janeiro, de quarteiro.
- Janeiro e Fevereiro, enchem ou vazam o celeiro.
- Janeiro frio e molhado não é bom para o gado.
- Janeiro frio e molhado, enche a tulha e farta o gado.
- Janeiro frio ou temperado, passa-o enroupado.
- Janeiro geadeiro afoga a mãe no ribeiro.
- Janeiro geadeiro, Fevereiro aguadeiro. Março chover cada dia seu pedaço. Abril águas mil coadas por um funil, Maio pardo celeiro grado, Junho foice em punho.
- Janeiro geadeiro, nem boa meda nem bom palheiro.
- Janeiro gear, Fevereiro chover. Março encanar, Abril espigar, Maio engrandecer, Junho ceifar, Julho debulhar. Agosto engavelar, Setembro vindimar. Outubro revolver. Novembro semear. Dezembro nascer.
- Janeiro gear, Fevereiro chover. Março encanar, Agosto recolher. Setembro vindimar.
- Janeiro gear. Fevereiro chover. Março encanar, Abril espigar, Maio engrandecer. Junho ceifar, Julho debulhar, Agosto engavelar. Setembro vindimar, Outubro revolver. Novembro semear, Dezembro nasceu Deus para nos salvar.
- Janeiro geoso, Fevereiro nevoso. Março frio e ventoso, Abril chuvoso e Maio pardo, fazem um ano abundoso.
- Janeiro geoso. Fevereiro nevoso, Março mulinhoso. Abril chuvoso. Maio ventoso, fazem o ano formoso.
- Janeiro greleiro, não enche o celeiro.
- Janeiro molhado, bom para o tempo e mau para o gado.
- Janeiro molhado, se não cria pão, cria gado.
- Janeiro molhado, se não é bom para o pão, não é mau para o arado.
- Janeiro molhado, se não é bom para o pão, não é mau para o gado.
- Janeiro não choveu, o temporão se perdeu.
- Janeiro quente, traz o diabo no ventre.
- Janeiro quer-se geadeiro.
- Janeiro, cada sulco seu regueiro.
- Janeiro, como entra assim sai.
- Janeiro, desapartadeiro.
- Janeiro, geadeiro.
- Janeiro, gear.
- Janeiro, porcos em sendeiro, um dia e não cada dia.
- Laranjas e Janeiro, dão que fazer ao coveiro.
- uar de Janeiro não tem parceiro, senão o de Agosto, que lhe dá de rosto.
- Mês de Janeiro e Fevereiro, ou enche ou vaga (vaza) o celeiro.
- Mês de Janeiro, bom cavaleiro, assim acaba como à entrada.
- Mês de Janeiro, procura a perdiz o companheiro. Fevereiro faz o rapeiro; Março põe três ou quatro; Abril enche o covil; Maio, pi-pi pelo mato.
- Minguante de Janeiro corta madeiro.
- No mês de Janeiro sobe ao outeiro para ver o nevoeiro.
- No primeiro de Janeiro sobe ao outeiro para ver o nevoeiro.
- O bom tempo de Janeiro faz o ano galhofeiro.
- O mês de Janeiro, como bom cavalheiro, assim acaba como na entrada.
- O que Janeiro deixa nado, Maio deixa espigado.
- Outubro, revolver; Novembro, semear; Dezembro, nasceu um Deus para nos salvar; Janeiro, gear; Fevereiro, chover; Março, encanar; Abril, espigar; Maio, engrandecer; Junho, ceifar; Julho, debulhar; Agosto, engravelar; Setembro, vindimar.
- Pelo São Sebastião (20/1), cada perdiz com o seu perdigão.
- Pelo São Vicente (22/1) pare a chuva e venha o vento.
- Pelo São Vicente (22/1) toda a gente é quente.
- Pelo São Vicente (22/1), toda a água é quente.
- Por São Fabião (20/1), laranjinha na mão.
- Por São Sebastião (20/1), laranjinha na mão.
- Por São Sebastião (20/1), laranjinha no chão.
- Por São Vicente (22/1), alça a mão da semente.
- Por São Vicente (22/1), toda a água é quente.
- Primeiro de Janeiro, primeiro dia de Verão.
- Quando o Janeiro vem quente, traz o diabo no ventre.
- Quem azeite colhe antes de Janeiro, azeite deixa no madeiro.
- São Sebastião (20/1), laranja na mão.
- São Vicente (22/1), alça a mão da semente.
- Se chover dia de Reis (6/1), lavradores não vos descuideis.
- Se gela no São Suplício, haverá ano propício.
- Sol de Janeiro sempre anda atrás do outeiro.
- Trovão em Janeiro, nem bom prado, nem bom palheiro.
- Trovões em Janeiro, searas de quarteiro.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
O frio na gíria popular
Para mim hoje é
Janeiro, está um frio de rachar
Rui Veloso in "Não há estrelas no céu"
Em Janeiro, o frio “é fruta da época”, pelo que não é de estranhar ouvirem-se frases que em gíria popular traduzem o rigor da frialdade:- “Está cá um barbeiro”; - “Está cá um briol”; - “Está cá um griso”, - “Está frio como o diabo”, - “Está um frio de rachar”, - “Estou frio como um cão”. De resto, o frio que impera, faz-nos: - “Bater o dente”; - “Tiritar de frio”; - “Tremer de frio”.
A abundância de expressões idiomáticas
atinentes ao vocábulo “frio“, é reveladora da riqueza da nossa língua, sem a
qual não há cultura portuguesa e identidade cultural nacional, uma vez que a
construção desta se alicerça naquelas.
Há, pois, que lutar contra a agressiva
operação de colonização linguística, veiculada maioritariamente pelos meios de
comunicação social, os quais nos bombardeiam com estrangeirismos e muito em
especial com anglicismos em nome da globalização, apregoada por alguns como uma
fatalidade irreversível.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
Adagiário do frio
Para nos protegermos do frio usamos vestuário, que funciona como barreira à perda de calor corporal, por isolamento térmico. O traje popular alentejano assegurava sabiamente esse isolamento.
(2) Variantes:
- Fome e frio entregam o homem ao seu inimigo.
- A fome e o frio fazem o homem acolher-se à casa do inimigo.
- Fome e frio metem a pessoa com seu inimigo.
- Fome e frio te fará meter com teu inimigo.
(3) Variantes:
- A fome e o frio fazem o gado galego.
- Fome, frio e mau trato, fazem o gado galego.
- O frio e a fome fazem o gado galego.
(4) Variantes:
- Dia frio e dia quente, fazem andar o homem doente.
- Dia frio e outro quente, faz o homem doente.
(5) Variante:
- Não hei medo ao frio nem à geada, senão á chuva porfiada.
(6) Variante:
- Calma em tempo frio traz molhado; frio em tempo molhado, traz resfriado.
(7) Variante:
- Calor em tempo frio, trá-lo molhado.
(8) Variantes:
- Calcanhar de homem, cu de mulher e focinho de cão, nunca sentem o Verão.
- Calcanhar de homem, cu de mulher e nariz de cão, três coisas frias são.
- Cu de mulher e nariz de cão, nunca conheceram Verão.
- Há duas coisas que não conhecem Verão: rabo de mulher e focinho de cão.
- Nariz de cão, cu de mulher e mãos de barbeiro, frios como gelo.
- Nariz de cão e cu de gente, nunca está quente.
- Nariz de cão e cu de mulher estão sempre frios.
(9) Variantes:
- A cada um dá Deus o frio conforme a roupa, mas mais a quem tem pouca.
- A cada qual dá Deus o frio conforme a roupa.
- A cada qual dá Deus o frio conforme anda vestido.
- Dá Deus o frio conforme a roupa.
- Deus dá o frio conforme a roupa.
(10) Variante:
- Cada um sente o frio, como anda vestido.
(11) Variante:
- Chuva de Janeiro e não frio, vai dar riqueza ao estio.
(12) Variante:
- Janeiro frio ou temperado, não deixa de ir enroupado.
(13) Variante:
- Em Fevereiro, febras de frio e não de linho.
- Em Fevereiro, fibras de frio e não de linho.
(14) Variante:
- Abril frio e molhado, enche celeiro e farta o gado.
(15) Variantes:
- Abril frio, traz pão e vinho.
- Abril frio, ano de pão e vinho.
(16) Variante:
- Frio de Abril, nas pedras vá ferir.
(17) Variante:
- Maio frio, Junho quente, bom pão, vinho valente.
(18) Variante:
- Agosto, frio no rosto.
(19) Variantes:
- Ande o frio por onde andar que o Natal o irá buscar.
- Ande o frio por onde andar, ao Natal há-de vir parar.
- Ande o frio por onde andar, no Natal cá vem parar.
- Ande o frio por onde andar, o Natal o vai buscar.
- Ande o frio por onde andar, pelo Natal cá vem parar.
- Ande o frio por onde andar, pelo Natal há-de chegar.
(20) Variante:
- Em Dezembro treme o frio em cada membro.
(21) Variante:
- O caldo em quente, a injúria em frio.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Ave Maria
terça-feira, 12 de novembro de 2024
Manto de Outono
sexta-feira, 28 de junho de 2024
Adagiário dos Santos Populares Portugueses
- Dia de Santo António vêm dormir as castanhas ao castanheiro.
- Não peças água a Luzia e a Simão, nem sol a António e a João, que eles tudo isso te darão.
São João (24 de Junho)
- A chuva de S. João, bebe o vinho e come o pão.
- A chuva de S. João, tolhe o vinho e não dá pão.
- Água de S. João, tira o vinho e não dá pão.
- Ande o Verão por onde andar, pelo S. João cá vem parar.
- Até S. Pedro, o vinho tem medo.
- Cavas em Março e arrenda pelo São João, todos o sabem, mas poucos o dão.
- Chuva de S. João, acaba com o vinho e não ajuda o pão.
- Chuva de S. João, talha vinho e não dá pão.
- Chuva pelo S. João, bebe o vinho e come o pão.
- Chuvinha de S. João, cada pinga vale um tostão.
- Do Natal a São João, seis meses são.
- Em Abril queima a velha o carro e o carril, uma camba que ficou, ainda em Maio a queimou e guardou o seu melhor tição para o mês de São João.
- Em dia de São Pedro, vê o teu olivedo e se vires um bago espera por um cento.
- Galinhas de S. João, pelo Natal poedeiras são.
- Galinhas de São João, pelo Natal ovos dão.
- Guarda pão para Maio, lenha para Abril e o melhor tição para o S. João.
- Lavra pelo S. João e terás palha e pão.
- Lavra pelo S. João se queres ter pão.
- Lavra pelo São João se queres ter palha e pão.
- Maio louro, mas nem muito louro e São João claro como olho-de-gato.
- Março amoroso, Abril chuvoso, Maio ventoso, São João calmoso, fazem o ano formoso.
- Março chuvoso, S. João farinhoso.
- Março duvidoso, S. João farinhoso.
- Março molinhoso, S. João farinhoso.
- Não peças água a Luzia e a Simão, nem sol a António e a João, que eles tudo isso te darão.
- Ouriços do S. João, são do tamanho de um botão.
- Pelo S. João, a sardinha pinga no pão.
- Pelo S. João, ceifa o teu pão.
- Pelo S. João, deve o milho cobrir o cão.
- Pelo S. João, figo na mão, pelo S. Pedro, figo preto.
- Pelo S. João, lavra e terás palha e pão.
- Pelo S. João, perdigoto na mão.
- Pelo S. João, semeia o teu feijão.
- Pelo São João, foice na mão.
- Pintos de S. João, pela Páscoa ovos dão.
- Porco, no São João, meão; se meão se achar, podes continuar; se mais de meão, acanha a ração.
- Quando Jesus se encontra com João, até as pedras dão pão.
- Quando o vento ronda o mar na noite de S. João, não há Verão.
- Quem quiser bom melão, semeia-o na manhã de São João.
- S. João e S. Miguel passados, tanto manda o amo como o criado.
- Sardinha de S. João, já pinga no pão.
- Se bem me quer João, suas obras o dirão.
- Se queres ter pão, lavra pelo São João.
-Tem o porco meão pelo S. João.
São Pedro (29 de Junho)
- Até São Pedro, há o vinho medo.
- Dia de São Pedro, tapa o rego.
- Dia de São Pedro, vê o teu olivedo; e, se vires um grão, espera por cento.
- Nevoeiro de São Pedro põe em Julho o vinho a medo.
- Pelo São Pedro vai ao arvoredo; se vires uma, conta um cento.
domingo, 22 de outubro de 2023
Adagiário das castanhas
- A castanha e o besugo em Fevereiro não têm sumo.
- A castanha em Agosto a arder e em Setembro a beber.
- A castanha tem três capas de Inverno: a primeira mete medo, a segunda é lustrosa e a terceira é amarga.
- A castanha tem uma manha: vai com quem a apanha.
- A castanha veste três camisas: uma de tormentos, outra de estopa e outra de linho.
- A noz e a castanha é de quem a apanha.
- Ao assar as castanhas, as que estouram são as mentiras dos presentes.
- Arreganha-te, castanha, que amanhã é o teu dia.
- As castanhas apanham-se quando caem.
- As castanhas para o caniço e o boneco para o porco.
- As folhas de castanheiro andam sete anos na terra e depois ainda voam.
- Carregadinho de castanha, vai o burrinho para Idanha.
- Castanha assada, pouco vale ou nada, a não ser untada.
- Castanha bichosa, castanha amargosa.
- Castanha peluda, castanha reboluda.
- Castanha perdida, castanha nascida.
- Castanha que está no caminho é do vizinho.
- Castanha quente só com aguardente, comida com água fria causa “azedia”.
- Castanha semeada, p´ra nascer, arrebenta.
- Castanhas boas e vinho fazem as delícias do S. Martinho.
- Castanhas caídas, velhas ao souto.
- Castanhas do Marão, a escolher se vão.
- Castanhas do Natal sabem bem e partem-se mal.
- Castanheiro para a tua casa, corta-o em Janeiro.
- Com castanhas assadas e sardinhas salgadas não há ruim vinho.
- Crescem os reboleiros, morrem os castanheiros.
- Cruas, assadas, cozidas ou engroladas, com todas as manhãs, bem boas são as castanhas.
- Dá-me castanhas, dar-te-ei banhas.
- De bom castanheiro, boa acha.
- De bom castanheiro, bom madeiro.
- De castanha em castanha (roubando) se faz a má manha.
- De castanheiro caído todos fazem lenha.
- Desde que a castanha estoira, leve o diabo o que ela tem dentro.
- Do castanho ao cerejo, mal me vejo.
- Em ano de muito ouriço não faças caniço.
- Em minguante de Janeiro, corta o teu castanheiro.
- Em Setembro, antes de chover, o souto o arado quer ver.
- Folha amarela do castanheiro cai ao chão.
- Mais vale castanheiro, que saco de dinheiro.
- No dia de S. Martinho, come-se castanhas e bebe-se vinho.
- No dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
- No dia de S. Martinho, mata o teu porco, chega-te ao lume, assa castanhas e prova o teu vinho.
- No dia de São Julião, quem não assar um magusto não é cristão.
- O castanheiro, para plantar, precisa ir na mão, o carvalho às costas e o sobreiro no carro.
- O céu é de quem o ganha e a castanha de quem a apanha.
- O ouriço abriu, a castanha caiu.
- Oliveira do meu avô, castanheiro do meu pai e vinha minha.
- Os ouriços no São João são do tamanho de um botão.
- Pelo S. Martinho castanhas assadas, pão e vinho.
- Pelo São Francisco, castanhas como cisco.
- Quando gear, o ouriço vai buscar.
- Quando o sol aperta, o ouriço arreganha.
- Quem castanhas come, madeira consome.
- Quem não sabe manhas, não come castanhas.
- Raiz de castanheiro, dá bom braseiro.
- Sete castanhas são um palmo de pão.
- Temporã é a castanha, que em Agosto arreganha.
terça-feira, 1 de novembro de 2022
Adagiário do Dia de Todos-os-Santos
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
Cerâmica de Redondo – Os alguidares
[1] Copo de barro para água e onde muitas vezes se punham flores.
[2] Vasilha de barro, sobre a qual o taberneiro mede o vinho e que recebe as verteduras.
[3] Vaso de barro, que levanta a água nas noras.
[4] Pequena bacia de barro, usada num lavatório.
[5] Espécie de tijela de barro, de fundo largo e bordos quási perpendiculares.
[6] Recipiente de barro com orifícios no bojo para borrifar.
[7] Forno em barro usado pelos alquimistas.






























