sábado, 19 de junho de 2010
Assim não vamos lá!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Nós e os números - O número Quatro
- Bóreas (N), o vento norte, frio e violento;
- Kaikias (NE), o vento nordeste;
- Apeliotes (SE), o vento sudeste;
- Lips (SO), o vento sudoeste;
- Siroco (NO), o vento noroeste;
Na MITOLOGIA ROMANA, a deusa Ceres equivalente à deusa Demeter da MITOLOGIA GREGA é a deusa da Terra, responsável pela existência das “quatro” Estações.
- Homem velhaco, três barbas ou quatro.
- Quatro coisas destroem a justiça: o amor, o ódio, o medo e a ganância.
Quatro horas dorme o santo, cinco o que não é tanto, seis o estudante, sete o caminhante, oito o porco e nove o morto.
- Quatro olhos vêem mais que dois.
- Quatro virtudes engrandecem o homem: delicadeza, sabedoria, honestidade e fidelidade.
0
0
0
Quatro velas a arder,
Nossa Senhora me acompanhe
Esta noite, se eu morrer.
Jesus na boca, Jesus no peito,
A conta não quer mentir;
Bem tolo é quem se mata
Por criadas de servir. [1]
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Provérbios de Junho
- A água de
Junho, bem chovidinha, na meda faz farinha.
- A cortiça em
Junho sai a punho, em Agosto a mascoto.
- Abril
chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso, fazem um ano formoso.
- Água de S.
João tira o vinho e não dá pão.
- Ande o Verão
por onde andar, no S. João há-de chegar.
- Ande o Verão
por onde andar, pelo S. João cá vem parar.
- Ande onde
andar o Verão, há-de vir no S. João.
- As cerejas
são alegres à vista e tristes ao coração.
- Até ao S.
Pedro, o vinho tem medo.
- Até S. Pedro,
há o vinho medo.
- Cerejas e más
fadas, cuidais tomar poucas e vêm dobradas.
- Chovam trinta
maios e não chova em Junho.
- Chovam trinta
Maios, mas não chova em Junho.
- Chuva de
Junho, peçonha do mundo.
- Chuva junhal,
fome geral.
- Chuva no S.
João, bebe o vinho e come o pão.
- Chuva no S.
João, talha o vinho e não dá pão.
- Chuva pelo S.
João, bebe o vinho e come o pão.
- Dezembro com
Junho ao desafio, traz Janeiro frio.
- Dia de S.
Barnabé, seco a cesto e a punho.
- Em Junho,
foicinha em punho.
- Em Junho,
frio como punho.
- Em Maio, as
cerejas uma a uma leva-as o gaio; em Junho a cesto e a punho.
- Favas das
mais caras, cerejas das mais baratas.
- Favas, as
primeiras; cerejas, as últimas.
- Feno, alto ou
baixo, em Junho é segado.
- Galinhas de
S. João, pelo Natal poedeiras são.
- Galinhas pelo
S. João no Natal ovos dão.
- Guarda pão
para Maio, lenha para Abril e o melhor tição para o S. João.
- Junho
calmoso, ano formoso.
- Junho
chuvoso, ano perigoso.
- Junho
dorme-se sobre o punho.
- Junho
floreiro, paraíso verdadeiro.
- Junho não dá
nada; mata a fome com a cevada.
- Junho quente,
Julho ardente.
- Junho,
dorme-se sobre o punho.
- Junho,
foicinha em punho.
- Junho, Julho
e Agosto, senhora não sou vosso.
- Lavra pelo S. João e terás palha e pão.
- Lavra pelo
São João se queres ter palha e pão.
- Lavra pelo
São João, se queres haver pão.
- Lavra por S.
João, se queres haver pão.
- Lavra por S.
João, se queres ter pão.
- Maio
engrandecer, Junho ceifar, Julho debulhar.
- Maio frio e
Junho quente: bom pão, vinho valente.
- Maio frio,
Junho quente, bom pão, vinho valente.- Maio pardo, Junho claro.
- O milho pelo
São João deve cobrir um cão.
- O sol de
Junho madruga muito.
- Ouriços no S.
João, são do tamanho dum botão.
- Para Junho
guarda um toco e uma pinha, e a velha que o dizia guardados os tinha.
- Para o S.
João, guarda a velha o melhor tição.
- Pelo S. João
a sardinha pinga no pão.
- Pelo S. João
deve o milho cobrir o chão.
- Pelo S. João,
deve o milho cobrir o rabo do cão.
- Pelo São
João, foice na mão.
- Pelo São
Pedro vai ao arvoredo; se vires uma, conta um cento.
- Pintos de S.
João pela Páscoa ovos dão.
- Quando Jesus
se encontra com João, até as pedras dão pão.
- Quando o
troque troqueleja, já a cereja vermelheja.
- Quando o
vento ronda o mar na noite de S. João, não há Verão.
- Quando se
junta Jesus com João, em cima de pedra dá pão.
- Quem em Junho
não descansa, enche a bolsa e farta a pança.
- Quem quiser
bom melão, semeia-o na manhã de São João.
- Sardinha de
S. João, já pinga no pão.
- Se o vento
bailar, em noite de S. João, vai tardar o Verão.
- Se queres ter
pão, lavra pelo São João.
- Sol de Junho
madruga muito.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Junho, mês das colheitas
Publicado inicialmente a 10 de Junho de 2010
Nós e os números - O número três
“A pão de quinze dias, fome de três semanas“
“Abril águas mil, coadas por um mandil e em Maio três ou quatro“
“Ao terceiro dia, maior dor na ferida“
“Às três vai de vez“
“Bom comer, três vezes beber“
“Companhia de três é má rês“
“Dois detestam-se, três aborrecem-se“
“Dois divertem-se, três aborrecem-se“
“Frade, freira e mulher rezadeira, três pessoas distintas e nenhuma verdadeira“
“Hoje um, amanhã dois, ao outro dia três ou quatro, depressa enche o saco“
“Homem velhaco, três barbas ou quatro“
"Juntaram-se três para o peso de seis"
“Mais vale um gosto na vida que três vinténs“
“Mulher grávida de três meses encobre, de quatro quer mas não pode“
“Negro quando pinta, três vezes trinta“
“O hóspede e o peixe aos três dias aborrece“
“O peixe deve nadar três vezes: em água, em molho e em vinho“
“O que não se faz numa vez, faz-se em duas ou três“
“Onde comem dois, comem três““Três à carga, carga no chão“
“Três ao burro, burro no chão“
“Três coisas destroem um homem: muito falar e pouco saber, muito gastar e pouco ter e muito presumir e pouco saber“
“Três coisas enganam o homem: as mulheres, os copos pequenos e a chuva miúda“
“Três coisas fazem o homem mudar: a ciência, o mar e a casa real“
“Três coisas mudam o homem: a mulher, o estudo e o vinho“
“Três foi a conta que Deus fez"
“Três horas dorme o santo, três e quem não é tanto, cinco o estudante, seis o extravagante, sete o porco e mais o morto“
“Três irmãos, três fortalezas“
“Três luzes a arder deitam uma casa a perder“
“Três manhas tem a mulher: chorar quando quer, como quer e quanto quer“
“Três manhas tem a mulher: mentir sem cuidar, chorar sem querer e urinar onde quer“
“Três vezes nove vinte e sete, quem matou o cão foi o valete
0
0
Tambem podes amar 4,
0
0
[1] - PIRES, A. Thomaz. Cantos Populares Portugueses, vol. IV. Typographia e Stereotypia Progresso. Elvas, 1910.
domingo, 6 de junho de 2010
Unir braços do mesmo rio
sábado, 5 de junho de 2010
Nós e os números - O número dois
Mulher do Minho, ornada com filigrana portuguesa,nomeadamente um par de brincos.
"A duas palavras, três porradas"
"Companhia de dois, companhia de bons"
"Dois narigudos nunca se beijam"
"Duas orelhas, uma só língua: ouve duas vezes por cada vez que falas"
"Entre dois dentes molares nunca metas os polegares"
"Quem a dois amos quer servir, a um há-de mentir"
"Quem em pedra duas vezes tropeça, não é muito quebrar a cabeça"











