sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Bonecos de Estremoz: Fátima Estróia


Fátima Estróia (1948- ) na sua oficina-loja, situada na Travessa da Levada, nº 3,
em Estremoz.

CRÉDITOS FOTOGRÁFICOS
Fotografia de Fátima Estróia, recolhida com a devida vénia do vídeo
“Bonecos de Estremoz - Património Cultural Imaterial da Humanidade”,
da Câmara Municipal de Estremoz.

Fátima da Conceição Madeira da Cruz Estróia é afilhada de Mestra Sabina Santos com quem começou a trabalhar como aprendiza aos 13 anos, ainda a oficina de Sabina era na Rua da Campainha, nº 18 e com Sabina trabalhavam as suas cunhadas e sócias Maria José Cartaxo e Teresa Cid da Conceição. Após a morte desta em 1962, quando mais tarde a sociedade se desfez por vontade de Sabina, Fátima fica a trabalhar com Maria José Cartaxo, mas acaba por se juntar à madrinha, de quem aprendeu todos os segredos da arte.
Depois do 25 de Abril de 1974 interrompeu a produção de Bonecos para ajudar o marido, o alfaiate Rufino Augusto Estróia, num estabelecimento de pronto-a-vestir e alfaiataria. Todavia essa actividade não a motivava, pelo que em 1990 retomou a actividade bonequeira, agora por conta própria, numa oficina-loja situada na Rua Narciso Ribeiro, nº 64, em Estremoz. Dali viria a mudar-se para a Travessa da Levada, nº 3, onde trabalha e comercializa actualmente os seus Bonecos. Estes são também comercializados na loja “Artesanato José Saruga”, no Rossio Marquês de Pombal, 98 A, bem como no Artesanato Santo André, na Rua da Misericórdia, 2, em Estremoz.


 Presépio de 3 figuras. Pintura de Paula Serrano.

 
Ceifeira e pastor de tarro e manta. Pintura de Paula Serrano

Pastor debaixo da árvore. Pintura de Paula Serrano.

Mulher da azeitona e pastor de tarro e manta. Pintura de Paula Serrano.

Mulher a dobar. Pintura de José Carlos Rodrigues. 

Mulher dos enchidos. Pintura de José Carlos Rodrigues.  

Mondadeira e leiteiro. Pintura de Paula Serrano.
  
Mulher a lavar a roupa. Pintura de Paula Serrano.

Bailadeira grande. Pintura de Paula Serrano.

Bailadeira pequena.

O Amor é cego.

Cantarinha enfeitada.

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