terça-feira, 13 de agosto de 2013

Livrai-nos Senhor dos badamecos!


Estamos numa República das Bananas governada por quadrilheiros, tanto a nível a nível nacional, como a nível local.
A democracia é tão frágil e com tão poucos sistemas de defesa que qualquer badameco pode chegar a Presidente de Câmara. Basta que tenha sabido escolher o partido certo, que fruto de circunstâncias aleatórias, teve que o aceitar na hora errada. Depois disso é saber iludir quanto baste e fugir ao controle do colectivo sob os mais diversos argumentos. É que o badameco tem mais que fazer que prestar contas ao público.
O execrável badameco é um actor de terceira categoria que procura manipular as pessoas. Trata-se de uma atitude tanto mais grave quanto se sabe que, por norma, as suas interpretações têm lugar por detrás do pano de cena e não decorrem necessariamente ao ritmo das pancadas de Moliére.
O badameco pode mudar de funções, mas fruto do trabalho de sapa e da rede de cumplicidades e dependências que criou durante toda a sua vida, encontra tacho fácil com gamela sempre cheia, proporcionada pelos da mesma camarilha, que dele se serviram e o instrumentalizaram tal como ele fez aos outros.
O badameco tem deficiência de formação, mas como é manipulador, o sistema promove-o a Dr.
É caso para exclamar:
- Livrai-nos Senhor dos badamecos!