quinta-feira, 5 de junho de 2014

Cada macaco no seu galho

Cada macaco no seu galho
(Imagem recolhida em http://nutricionistabia.blogspot.pt) 

Prestíssimo
Decorreram em todo o país, no passado dia 18 de Maio, as Comemorações do Dia Internacional dos Museus, este ano subordinadas ao tema “Museus: Colecções Criam Conexões”. Daí que o Município de Estremoz, através do Museu Municipal, tenha organizado no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, uma exposição sob a epígrafe “Os Poetas Populares e o Boneco de Estremoz”. A exposição foi inaugurada no passado dia 18 de Maio, pelas 16h 30 min e estará patente ao público até ao próximo dia 24 de Agosto.
No acto inaugural, poetas populares do concelho e de concelhos limítrofes, convidados por ofício da Vereadora da Cultura, declamaram décimas de sua autoria, tendo por tema os “Bonecos de Estremoz”.
Aleggro
Certa vez na TV, o conhecido humorista Herman José saiu-se com esta graça:
- Sabem porque é que eu e o Dr. Mário Soares nos damos bem?
Ao que logo respondeu:
- É que fizemos um acordo. Ele não conta anedotas e eu não me meto em política.
Larguíssimo
Como agente cultural, tenho desenvolvido actividades com poetas populares que remontam aos anos 70 do século passado e que ultrapassam mais de uma vintena de Encontros, a última das quais na COZINHA DOS GANHÕES 2013.
A minha cooperação com o Município tem tantos anos como o 25 de Abril, sempre foi leal e continuará a ser, pois não poderá ser de outra maneira. Daí que me tenha sentido magoado e entristecido, por o Município ter transvasado as suas competências e se ter substituído a um agente cultural que tem trabalhado na área. É certo que é um procedimento legal, mas não é ético. As pessoas não podem ser descartáveis. Muito menos pelo desconhecimento do trabalho realizado e da disponibilidade em o continuar a realizar. Daí a deselegância da atitude.    
Gravíssimo
Num caso destes, o conhecido dirigente portista, Pinto da Costa, proclamaria:
- Cada macaco no seu galho!
Todavia eu limito-me a citar o rico adagiário português:
- Quem não se sente, não é filho de boa gente.