sexta-feira, 26 de julho de 2013

A minha escrita


O Poeta Pobre (1839).
Carl Spitzweg (1808-1885).
Óleo sobre tela (36,2 cm x 44,6 cm).
Neue Pinakothek, Munich.

Procuro comunicar sempre a cada escrito o que de melhor há em mim e me povoa a mente. Faço-o, decerto, com a mesma paixão e motivação com que porventura me envolvi no primeiro texto que me germinou no pensamento e ao qual conferi vida como uma mãe gera um filho.
Escrever não me custa, ainda que por vezes me doa escrever sobre temas que escrevo. E faço-o sempre como se fosse o meu último artigo, uma mensagem que pretendo deixar como legado, já que ninguém sabe quando é chegada a hora da partida. E fico mais tranquilo sempre que acabo de escrever. Sabem porquê? É que o meu lema é: "A Escrita como Instrumento de Libertação do Homem”.