À Catarina, minha filha
Creio que Agosto não será, porventura, o mês mais propício à escrita ou à leitura de textos extensos e muito menos pretensamente doutrinários ou intelectuais.
Nesta época do ano, criadores e receptores de mensagens, giboiam como podem e sabem, ao mesmo tempo que destilam, mesmo antes da temperatura igualizar aquela a que ferve o ângulo recto.
Compreensivo se torna que alguém como eu, prisioneiro dos encantos da arte pastoril, na sequência da sua última incursão ao Mercado das Velharias em Estremoz, se limite a uma lacónica expressão:
- Palavras, para quê?

Interessante colher que penso ter sido feita à mão por qualquer pastor do nosso Alentejo. É certo o que diz que o mês de Agosto não é muito dado à leitura. É um mês propicio ao descanso e ao lazer, mudança de ares. Resta pouco tempo para o trivial.
ResponderEliminarRosa Casquinha
Rosa:
ResponderEliminarObrigado pelo seu comentário.
Foi um pastor do concelho de Estremoz.
Um abraço para si, amiga.